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quinta-feira, 17 de maio de 2012

..."É sempre o mesmo"...







É sempre o mesmo...
Lendo uma revista Rosa, ou das cor de rosa…leio:

“O sentimento que tenho é de que não aproveitei o máximo dele. Devia ter estado mais vezes com ele, devia ter convivido mais”.
António Pedro Vasconcelos.

É tão típico…
É preciso a morte, para os vivos tomarem consciência de tudo o que poderiam, conscientemente ter feito.
A minha cultura?
Tenho a que tenho, tão pouco me importa se é muita, pouca ou assim assim.
Mas amando Piano, conhecendo muito ou pouco, tenho pianistas de eleição, autores, compositores. Como tenho das sensações e emoção a de ter nos dedos, o peso de uma tecla de um piano. Quando fui começar a aprender a tocar piano, a emoção de tocar nas teclas, era muita e mantém-se viva na mente.
O professor dizia, que seria melhor começar pelo orgão precisamente por isso...depois tive de deixar...mais uma vez "é a vida". 
Não foi esse o caminho, como não foram outros tantos…
Irrelevante!
Caminho, e tenho definido o caminho…
Tempo?
Levo o que tiver de levar…
Há temas e assuntos, em que por opção não toco, este é um deles.
Não conhecendo o Pianista, temos algo em comum, entenda-se paixões, partilhadas.
Um teve a oportunidade de desenvolver o dom de uma delas, o outro apenas sonhou.
Na outra paixão a prática é feita a dois.
Piano e Fotografia…
O Amor à Arte…
Bernardo Sassetti.
Desconhecia!
Felizmente a obra, que fica, é vasta e as tecnologias do hoje permitem a que se chamem do amanhã…porque ele partiu mas a obra fica.
Comecei a ouvir, e a ver, é quase como sempre um fascínio…ver, olhar, como é sublime o deslizar de uns dedos, sobre um teclado de um piano…criar acordes, que nos levam além, de tudo aquilo que fica aquém de nós…
Quando nos vamos, quando partimos, quando parte um alguém de nós…é que ficamos a remoer…”devia ter dito”, “devia ter feito”, devia ter amado”, “Porquê?”, "Porque odiei", "Porque não perdoei"...Demasiados Porquês aos quês da vida...
Agora?
Tarde, será sempre tarde para as respostas… agora que fique a consciência a remoer, que se perca o olhar sobre o horizonte, que fique preso no passado.
De tudo o que foi, e de tudo o que puderia ter sido.
As homenagens que sejam feitas em vida (quando for o caso, não é o caso), o amor que seja dado, a amizade e respeito que seja “oferecido” sem exigir nada em troca…Nunca deveria ser assim, mas sabemos muito bem que é…e em cada palavra, tal como em cada virgula, contra mim falo.
Porque eu sou um ser, que de tanto ser, por vezes me torno num ser humano desumano.
Eu...mas Tu...também.
Todos nós...Todos!
Maria.
Beijo n´oteudoceolhar.

( p.s: Flor de Jasmim, e Secreta...obrigada, as saudades também andam por aqui, mas o tempo não tem deixado, bem como há textos programados para determinadas datas...importantes para mim.
Este saiu hoje cá de dentro enquanto esperava o barco, olhando o Tejo...).

Etiquetas: , ,

8 Comentários:

Anonymous RuteS. disse...

Quando nos vamos, quando partimos, quando parte um alguém de nós…é que ficamos a remoer…”devia ter dito”, “devia ter feito”, devia ter amado”, “Porquê?”, "Porque odiei", "Porque não perdoei"...Demasiados Porquês aos quês da vida...


Sublime!!

18 de maio de 2012 às 17:56  
Blogger Flor de Jasmim disse...

Minha querida Maria

O facto de vir aqui deixar o meu beijinho, é apenas um miminho que sinto vontade de te transmitir, é uma forma de te dizer "penso em ti" não reivindicar nada.

Adorei o teu texto amiga! Como sabes perdi quem muito amava, mas felizmente não tenho a sensação de que algo ficou para dizer, mas não suporto aquela voz interior dos "ses".

O Bernardo era de facto um excelente pianista que muito apreciei, resta-me recorda-lo como ele era.
Bom fim de semana

Beijinho e uma flor

18 de maio de 2012 às 22:14  
Blogger oteudoceolhar disse...

Minha Flor,

já lá vai o tempo em que aqui se vivia um clima de "medo", inveja, de cortar a liberdade de escrever e deixar quem está desse lado escreva...
Esses miminhos de que falas, são uma balsamo que me sabe mais do que bem, sabes porquê?
Porque tal como todos os seres...também eu tenho os meus dias, e por vezes abro o blog e vejo esses ditos mimos que recebo de muito bom grado...simples!
Tu e a Secreta sei serem das poucas mulheres que não se esquecem de mim...e minha amiga quem se esqueceu esqueceu...simples!
Enquanto voçês se lembrarem é porque fazemos "falta" umas às outras e nos mimanos e nos lembramos...simples! Não vale a pena complicar.
Desejo-te o mundo e que continues aí a fazer parte do meu mundo...muito vai surgir, eu não tenho estado aqui, mas não tenho estado parada...Tudo vai fluindo, lentamente assim se exige...
Adoro os teus mimos...óbvio que sim!
Beijo n´oteudoceolhar.

18 de maio de 2012 às 23:36  
Blogger PauloSilva disse...

Querida Tia,

Só lamento não vir aqui dar a atenção merecida mas tenho de cá vir. Estou seguro de que muito ando a perder. E não é só tempo que poderia aposta-lo aqui mas atenção que poderia ser dirigida a coisas bem melhores do que aquelas em que ando inserido ultimamente. Ora isto aqui é um pedido enorme de desculpas.

Eu gostava de me concentrar em algumas passagens do teu texto, tia, mas a última frase deu cabo da minha ténue linha de raciocínio.

Esperar o barco, não esperamos todos? Mesmo que sejam teclas de um piano tão bem tocadas? Esperamos o seu som, e o toque das mãos do pianista? Nas teclas, no corpo, na alma. Onde tocam mais elas?

O coração sente o que o ouvido escuta que... não é só o piano pois não?

A música do amor bem conhecemos nós, e já a sentimos assim como quando vemos o barco a navegar na nossa direção. Já sabemos: é a nossa vez.

Um grande beijinho deste sobrinho que anda desaparecido mas adora cá vir tomar um chá com a tia.

19 de maio de 2012 às 10:34  
Blogger Ana Margarida disse...

Muito obrigada, mesmo. Que maravilhoso.

19 de maio de 2012 às 13:42  
Blogger oteudoceolhar disse...

Pensador
Sobrinho de sua tia…esta por vezes usa o ditado “desculpas não se pedem evitam-se”…Mas pensador aqui entre nós isso não se utiliza, sabes porquê?
Porque somos “família”…esta tia entende, e não tem nada a desculpar, eu sei que vens e voltas aqui a este mundinho sempre que podes. O mesmo faço eu no teu…portanto e assim sendo, estamos desculpados. Boa!
A última frase é isso mesmo, apenas e só uma chamada de atenção a todos nós…que…por vezes vivemos enganados “de nós”…Conjuguemos o verbo: Pecar.
Eu peco
Tu pecas
Ele peca
Nós pecamos

Nós todos…certo?

Como sabes e não escondo, aqui a sua tia adora barcos, nada entende dos mesmos, mas adora-os, porque eles simplesmente fazem parte do mundo onde fazem sentido existir…dentro (ou fora, ou perto), da água.
Não meu sobrinho as teclas, do piano tocam bem mais do que simplesmente lá no fundo…os ouvidos estão sempre atentos ao silêncio que envolve o acorde de um piano…Claro que já sentimos, claro que sentimos, e que estamos sempre “mortinhos” de ver o barco, navegar ao encontro do Porto de abrigo que somos nós…sabes que mais? Deixa andar…um dia será dia em que sim diremos: “chegou a minha vez” … se é que ainda não chegou. Certo?
Gosto de como me entendes, sobrinho, gosto que por vezes nos fiquem a ler, e numa estupidez de miúdas de mundos fingidamente rosas digam “não sei como conseguem ler blogs, e falar com palavras. Falam demais e não fazem nada”…sabes que mais. Pobres!
Falemos sim eu entendo-te e tu entendes o que escrevo, por isso…que a nossa felicidade seja feita da burrice alheia… who cares!?
Beijo n´oteudoceolhar.

19 de maio de 2012 às 22:09  
Blogger oteudoceolhar disse...

Ana Margarida,

não há nada a agradecer.
Sabes adoro que digam que na vida não há coincidências....dos 4 ou 5 blogs que li ontem, pelo menos três mencionavam Piano...
Não na vida não há coincidências, daique basta ver o meu próximo post.~

Beijo n´oteudoceolhar.

19 de maio de 2012 às 22:13  
Blogger Secreta disse...

Por vezes damos valor ás pessoas tarde de mais. Outras vezes nunca chegamos a dar.
Contudo, sabemos que, por mais valor , por mais atenção, por mais que dediquemos de nós a alguém, na hora em que essa pessoa partir definitivamente da nossa vida, vamos sempre sentir que poderiamos ter feito diferente.

28 de maio de 2012 às 15:57  

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

..."É sempre o mesmo"...







É sempre o mesmo...
Lendo uma revista Rosa, ou das cor de rosa…leio:

“O sentimento que tenho é de que não aproveitei o máximo dele. Devia ter estado mais vezes com ele, devia ter convivido mais”.
António Pedro Vasconcelos.

É tão típico…
É preciso a morte, para os vivos tomarem consciência de tudo o que poderiam, conscientemente ter feito.
A minha cultura?
Tenho a que tenho, tão pouco me importa se é muita, pouca ou assim assim.
Mas amando Piano, conhecendo muito ou pouco, tenho pianistas de eleição, autores, compositores. Como tenho das sensações e emoção a de ter nos dedos, o peso de uma tecla de um piano. Quando fui começar a aprender a tocar piano, a emoção de tocar nas teclas, era muita e mantém-se viva na mente.
O professor dizia, que seria melhor começar pelo orgão precisamente por isso...depois tive de deixar...mais uma vez "é a vida". 
Não foi esse o caminho, como não foram outros tantos…
Irrelevante!
Caminho, e tenho definido o caminho…
Tempo?
Levo o que tiver de levar…
Há temas e assuntos, em que por opção não toco, este é um deles.
Não conhecendo o Pianista, temos algo em comum, entenda-se paixões, partilhadas.
Um teve a oportunidade de desenvolver o dom de uma delas, o outro apenas sonhou.
Na outra paixão a prática é feita a dois.
Piano e Fotografia…
O Amor à Arte…
Bernardo Sassetti.
Desconhecia!
Felizmente a obra, que fica, é vasta e as tecnologias do hoje permitem a que se chamem do amanhã…porque ele partiu mas a obra fica.
Comecei a ouvir, e a ver, é quase como sempre um fascínio…ver, olhar, como é sublime o deslizar de uns dedos, sobre um teclado de um piano…criar acordes, que nos levam além, de tudo aquilo que fica aquém de nós…
Quando nos vamos, quando partimos, quando parte um alguém de nós…é que ficamos a remoer…”devia ter dito”, “devia ter feito”, devia ter amado”, “Porquê?”, "Porque odiei", "Porque não perdoei"...Demasiados Porquês aos quês da vida...
Agora?
Tarde, será sempre tarde para as respostas… agora que fique a consciência a remoer, que se perca o olhar sobre o horizonte, que fique preso no passado.
De tudo o que foi, e de tudo o que puderia ter sido.
As homenagens que sejam feitas em vida (quando for o caso, não é o caso), o amor que seja dado, a amizade e respeito que seja “oferecido” sem exigir nada em troca…Nunca deveria ser assim, mas sabemos muito bem que é…e em cada palavra, tal como em cada virgula, contra mim falo.
Porque eu sou um ser, que de tanto ser, por vezes me torno num ser humano desumano.
Eu...mas Tu...também.
Todos nós...Todos!
Maria.
Beijo n´oteudoceolhar.

( p.s: Flor de Jasmim, e Secreta...obrigada, as saudades também andam por aqui, mas o tempo não tem deixado, bem como há textos programados para determinadas datas...importantes para mim.
Este saiu hoje cá de dentro enquanto esperava o barco, olhando o Tejo...).

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8 Comentários:

Anonymous RuteS. disse...

Quando nos vamos, quando partimos, quando parte um alguém de nós…é que ficamos a remoer…”devia ter dito”, “devia ter feito”, devia ter amado”, “Porquê?”, "Porque odiei", "Porque não perdoei"...Demasiados Porquês aos quês da vida...


Sublime!!

18 de maio de 2012 às 17:56  
Blogger Flor de Jasmim disse...

Minha querida Maria

O facto de vir aqui deixar o meu beijinho, é apenas um miminho que sinto vontade de te transmitir, é uma forma de te dizer "penso em ti" não reivindicar nada.

Adorei o teu texto amiga! Como sabes perdi quem muito amava, mas felizmente não tenho a sensação de que algo ficou para dizer, mas não suporto aquela voz interior dos "ses".

O Bernardo era de facto um excelente pianista que muito apreciei, resta-me recorda-lo como ele era.
Bom fim de semana

Beijinho e uma flor

18 de maio de 2012 às 22:14  
Blogger oteudoceolhar disse...

Minha Flor,

já lá vai o tempo em que aqui se vivia um clima de "medo", inveja, de cortar a liberdade de escrever e deixar quem está desse lado escreva...
Esses miminhos de que falas, são uma balsamo que me sabe mais do que bem, sabes porquê?
Porque tal como todos os seres...também eu tenho os meus dias, e por vezes abro o blog e vejo esses ditos mimos que recebo de muito bom grado...simples!
Tu e a Secreta sei serem das poucas mulheres que não se esquecem de mim...e minha amiga quem se esqueceu esqueceu...simples!
Enquanto voçês se lembrarem é porque fazemos "falta" umas às outras e nos mimanos e nos lembramos...simples! Não vale a pena complicar.
Desejo-te o mundo e que continues aí a fazer parte do meu mundo...muito vai surgir, eu não tenho estado aqui, mas não tenho estado parada...Tudo vai fluindo, lentamente assim se exige...
Adoro os teus mimos...óbvio que sim!
Beijo n´oteudoceolhar.

18 de maio de 2012 às 23:36  
Blogger PauloSilva disse...

Querida Tia,

Só lamento não vir aqui dar a atenção merecida mas tenho de cá vir. Estou seguro de que muito ando a perder. E não é só tempo que poderia aposta-lo aqui mas atenção que poderia ser dirigida a coisas bem melhores do que aquelas em que ando inserido ultimamente. Ora isto aqui é um pedido enorme de desculpas.

Eu gostava de me concentrar em algumas passagens do teu texto, tia, mas a última frase deu cabo da minha ténue linha de raciocínio.

Esperar o barco, não esperamos todos? Mesmo que sejam teclas de um piano tão bem tocadas? Esperamos o seu som, e o toque das mãos do pianista? Nas teclas, no corpo, na alma. Onde tocam mais elas?

O coração sente o que o ouvido escuta que... não é só o piano pois não?

A música do amor bem conhecemos nós, e já a sentimos assim como quando vemos o barco a navegar na nossa direção. Já sabemos: é a nossa vez.

Um grande beijinho deste sobrinho que anda desaparecido mas adora cá vir tomar um chá com a tia.

19 de maio de 2012 às 10:34  
Blogger Ana Margarida disse...

Muito obrigada, mesmo. Que maravilhoso.

19 de maio de 2012 às 13:42  
Blogger oteudoceolhar disse...

Pensador
Sobrinho de sua tia…esta por vezes usa o ditado “desculpas não se pedem evitam-se”…Mas pensador aqui entre nós isso não se utiliza, sabes porquê?
Porque somos “família”…esta tia entende, e não tem nada a desculpar, eu sei que vens e voltas aqui a este mundinho sempre que podes. O mesmo faço eu no teu…portanto e assim sendo, estamos desculpados. Boa!
A última frase é isso mesmo, apenas e só uma chamada de atenção a todos nós…que…por vezes vivemos enganados “de nós”…Conjuguemos o verbo: Pecar.
Eu peco
Tu pecas
Ele peca
Nós pecamos

Nós todos…certo?

Como sabes e não escondo, aqui a sua tia adora barcos, nada entende dos mesmos, mas adora-os, porque eles simplesmente fazem parte do mundo onde fazem sentido existir…dentro (ou fora, ou perto), da água.
Não meu sobrinho as teclas, do piano tocam bem mais do que simplesmente lá no fundo…os ouvidos estão sempre atentos ao silêncio que envolve o acorde de um piano…Claro que já sentimos, claro que sentimos, e que estamos sempre “mortinhos” de ver o barco, navegar ao encontro do Porto de abrigo que somos nós…sabes que mais? Deixa andar…um dia será dia em que sim diremos: “chegou a minha vez” … se é que ainda não chegou. Certo?
Gosto de como me entendes, sobrinho, gosto que por vezes nos fiquem a ler, e numa estupidez de miúdas de mundos fingidamente rosas digam “não sei como conseguem ler blogs, e falar com palavras. Falam demais e não fazem nada”…sabes que mais. Pobres!
Falemos sim eu entendo-te e tu entendes o que escrevo, por isso…que a nossa felicidade seja feita da burrice alheia… who cares!?
Beijo n´oteudoceolhar.

19 de maio de 2012 às 22:09  
Blogger oteudoceolhar disse...

Ana Margarida,

não há nada a agradecer.
Sabes adoro que digam que na vida não há coincidências....dos 4 ou 5 blogs que li ontem, pelo menos três mencionavam Piano...
Não na vida não há coincidências, daique basta ver o meu próximo post.~

Beijo n´oteudoceolhar.

19 de maio de 2012 às 22:13  
Blogger Secreta disse...

Por vezes damos valor ás pessoas tarde de mais. Outras vezes nunca chegamos a dar.
Contudo, sabemos que, por mais valor , por mais atenção, por mais que dediquemos de nós a alguém, na hora em que essa pessoa partir definitivamente da nossa vida, vamos sempre sentir que poderiamos ter feito diferente.

28 de maio de 2012 às 15:57  

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